21:00

Estou falando abertamente aos consolos do meu ego
Enlouqueci mais uma vez
Nas nuvens escuras de um bom temporal
Um baratão chupando o traseiro do dragão
O dragão coitado, dissolve bem mais rápido
Primeiro perde a cabeça, que solta parece um palmito
O baratão cresce na medida
Entrando de cabeça e tudo no dragão decepado
São formas apenas, afirmo com a cabeça
Meu estilingue com a forquilha de plástico
O porco que enterrei vivo
Balbúrdias de um rato pródigo ecoando na virgindade do esmo
Ligado a autodestruição
Como bananas siamesas sob a luz de um poste sem lâmpada
Fome de vida
Assim vai o carnívoro comendo grama sintética
E lá em cima e lá embaixo
Formas
Ao luar de uma noite sem estrelas

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